sábado, 30 de março de 2013

“Todos temos o dever de ser políticos…” - Conclusão do ENEJA 2013 teve lugar em Portugal, França e Itália



“Todos temos o dever de ser políticos”, esta foi uma das principais conclusões dos Encontros Europeus de Jovens Animadores 2013 que tiveram lugar em Portugal, Itália e França entre os dias 23 e 29, envolvendo centenas de jovens agentes educativos. Com a parceria da TOTEM de Itália, Escola Profissional CIOR, Agência Nacional para a Gestão do Programa Juventude em Ação, Município de Famalicão e demais organizações jovens agentes educativos portugueses estiveram em França e em Itália depois de em Portugal terem iniciado o certame com o Roteiro “Jovens, Democracia e Desenvolvimento Sustentável” que passou por mais de 30 grupos juvenis.

Em França o ENEJA começou no dia 24 de Março e terminou dia 27 nos arredores de Paris. Nas conclusões deste encontro sobressaiu o fato de cada jovem ser responsável pela sua ação concreta no terreno a partir dos talentos que tem. Foi ainda focado que ninguém se pode aliar de intervir politicamente independentemente da amplitude da ação que possa desenvolver, sustentando que a política não se faz só nos partidos políticos, mas sobretudo nos movimentos cívicos, nas instituição e organizações não governamentais, mas sobretudo na intervenção comunitária. Neste particular foi referido o importante contributo que jovens animadores e agentes educativos podem desempenhar enquanto agentes mediadores entre comunidades e decisores políticos. Do programa contaram fóruns de discussão, workshop’s técnicos e noites culturais.

Em Itália o ENEJA começou a 25 de Março e terminou a 29 na região de Milão, na região da Lombardia. Com um programa que incluiu oficinas de projeto, encontros com os decisores políticos, workshop’s técnicos e noites interculturais foi realçado nas conclusões que devem estar na política os melhores e que ninguém, sobretudo os jovens, se pode alhear do fenómeno político. Foi ressalvado que quem assume uma postura passiva não tem o direito de criticar quem gratuitamente se envolve nas causas sociais. Por outro lado foi também afiançado como conclusão que pertence aos agentes educativos que intervêm na área da juventude, sobretudo os animadores, a promoção de campos de oportunidade que permitam aos jovens perceber e melhor se envolverem nas dinâmicas de Democracia Participativa.

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